Os 5 erros comuns a evitar na escolha de um sistema de rastreio de candidatos (ATS)
Escolher um ATS? Evite estes 5 erros dispendiosos — obtenha uma lista restrita, aumente a conversão de candidatos e prepare a sua infraestrutura tecnológica para o futuro.
Os 5 erros comuns a evitar ao escolher um ATS (Applicant Tracking System)
Escolher um ATS é uma decisão estratégica. Evite estes cinco erros — visão de curto prazo, má experiência do candidato, “IA” de fachada, subestimação do rollout e lacunas em relatórios/conformidade — para acelerar as contratações e reduzir o trabalho manual.
TL;DR
Os cinco erros mais comuns ao selecionar um ATS são: (1) comprar para hoje em vez dos próximos 12–24 meses, (2) ignorar a conversão e a UX mobile, (3) perseguir o hype da IA em vez de automação repetível, (4) subestimar implementação, migração e gestão da mudança, e (5) pular a devida diligência em relatórios, conformidade e integrações. Corrija com uma scorecard, um piloto com vagas reais, medindo conversão e fazendo perguntas baseadas em cenários.
Introdução: por que as decisões sobre ATS dão errado
Se o recrutamento é o coração do crescimento, o seu ATS é o sistema circulatório. Ele direciona candidatos, entrega feedback e mantém os hiring managers alinhados. Sob pressão — uma onda de contratações ou prazos da diretoria — muitas equipes “compram rápido e se arrependem devagar”. O maior custo oculto não é a assinatura, e sim o aumento do time‑to‑hire, a má experiência do candidato e a fricção interna causadas por uma escolha errada.
Erro 1 — Comprar para hoje, não para os próximos 12–24 meses
O que acontece: a avaliação considera as próximas 4–6 semanas, não os 12–24 meses de crescimento. A ferramenta serve para hoje, mas engasga quando as requisições dobram, surgem novas unidades ou a conformidade fica mais rígida.
Sinais de alerta
- Workflows rígidos que não podem ser adaptados por equipe ou cargo;
- Sem permissões por função nem aprovações para posições sensíveis;
- Controle limitado do career site; suporte fraco a multimarcas/multilíngue;
- Preço que salta abruptamente após certos limites de assentos ou vagas.
Como corrigir
- Projete volume e complexidade: contratações/trimestre, equipes, locais, idiomas;
- Teste de estresse de workflows: adicione etapas, roteiros de entrevista e aprovações sem ajuda do fornecedor;
- Modele o preço a 12–24 meses: solicite um cenário detalhado;
- Pilote casos extremos: vaga de alto volume e vaga confidencial.
Perguntas para fornecedores
- “Como gerimos workflows por equipe sem consultoria?”
- “O que quebra quando passamos de 10 para 40 vagas abertas?”
- “Mostre como adicionar uma etapa de conformidade e um gate de aprovação.”
Erro 2 — Ignorar a experiência do candidato e a conversão
O que acontece: o back‑office parece ok, mas o formulário é longo, lento ou pouco amigável no mobile. Os candidatos desistem — elevando silenciosamente o custo por contratação e o time‑to‑fill.
Sintomas
- Tempo de candidatura no mobile acima de 5–7 minutos;
- Sem salvamento automático, sem indicador de progresso, confirmações confusas;
- Redirecionamento para domínio de terceiros que quebra a confiança e o branding;
- Sem dados estruturados/SEO para vagas.
Como corrigir
- Meça a conversão: impressões → cliques → candidaturas → pré‑seleções;
- Enxugue o formulário: peça apenas o que ajuda a decidir; o restante fica para etapas posteriores;
- Teste em smartphones reais: priorize velocidade e clareza;
- Melhore a descoberta: career site rápido e com marca, usando marcação JobPosting.
Checklist de experiência do candidato
- Candidatura em < 5 minutos (mobile)
- Confirmação clara e próximos passos definidos
- Acessibilidade (contraste, rótulos, navegação por teclado)
- Schema.org para vagas
- Branding consistente (domínio, tipografias, tom)
Erro 3 — Confundir hype de IA com automação repetível
O que acontece: a demo brilha com buzzwords, mas na prática nada acelera: você continua copiando/colando, peneirando CVs e cobrando os stakeholders.
O que realmente agrega valor
- Redação de vagas assistida por IA (inclusiva e orientada a competências);
- Parsing, matching & scoring que pré‑seleciona e sinaliza incompatibilidades;
- Triagens automatizadas (agente telefônico ou vídeo assíncrono) com resumos úteis;
- Alertas inteligentes (“candidato inativo”, “gargalo na etapa técnica”).
Como testar
- Entregue duas vagas reais e 10 CVs anônimos;
- Peça uma short‑list ao vivo e um resumo de decisão para o gestor;
- Cronometre: se não economizar minutos na demo, não economizará horas em produção.
Atenção
- Score “caixa‑preta” sem controles (pesos, must‑have vs nice‑to‑have);
- IA incapaz de produzir resumos auditáveis.
Erro 4 — Subestimar implementação, migração e gestão da mudança
O que acontece: o produto é bom, mas a adoção emperra. Gestores não entram, workflows ficam pela metade e dados antigos ficam presos em CSV.
Custos ocultos
- Semanas limpando imports e mapeando campos;
- Planilhas paralelas porque os relatórios não ficam prontos;
- Feedback por e‑mail/DM em vez de dentro do ATS.
Como corrigir
- Plano 30‑60‑90: quem configura etapas/modelos/permissões; quando migrar; quem treina gestores;
- Equipe piloto: 1–2 equipes medidas por time‑to‑hire e satisfação do candidato;
- Suporte de migração: imports de teste, mapeamento e plano de rollback;
- Modelos prontos: e‑mails, scorecards e cartas de oferta antes do go‑live.
Alavancas de adoção
- Faça do ATS a fonte da verdade (decisões dentro da ferramenta);
- Reuniões semanais curtas para desbloquear pendências;
- Vitórias rápidas: automatize a triagem de uma vaga de alto volume e comunique o ganho.
Erro 5 — Ignorar relatórios, conformidade e integrações
O que acontece: semanas após o lançamento, a diretoria pede conversão por fonte — ou o jurídico solicita trilha de auditoria — e o ATS não consegue responder sem exports manuais.
Inegociáveis
- Dashboards essenciais: time‑to‑hire, conversão por etapa, aceitação de propostas, qualidade das fontes;
- Exportabilidade: CSV e/ou API sem taxas punitivas;
- Trilha de auditoria: quem mudou o quê e quando; notas estruturadas; critérios de decisão;
- Privacidade e retenção: consentimento GDPR, regras de retenção, direitos do titular;
- Integrações: job boards, calendários, SSO, export para HRIS/folha.
Como corrigir
- Construa na demo o relatório mensal com dados de exemplo;
- Verifique propriedade dos dados e políticas de retenção (anon. automática após X meses);
- Assegure SSO e controles de acesso por função;
- Mapeie o pós‑oferta: export limpo para o HRIS.
Scorecard simples para escolher o ATS certo
| Categoria | Peso | Notas |
|---|---|---|
| Experiência do candidato e conversão | 25 | Tempo de candidatura no mobile, visibilidade de abandono, branding |
| Automação & IA que poupa tempo | 20 | Matching/scoring, triagem telefônica/vídeo automatizada, alertas |
| Flexibilidade de workflows & colaboração | 20 | Etapas por equipe, entrevistas estruturadas, permissões |
| Relatórios, export & auditabilidade | 15 | Conversão por etapa, ROI de fontes, CSV/API, trilha de auditoria |
| Implementação & migração | 10 | Mapeamento de campos, cronograma, suporte do fornecedor |
| Integrações & segurança | 10 | SSO, calendários, export HRIS, retenção de dados |
Multiplique a nota × o peso, some e compare. A melhor ferramenta é a que reduz passos e converte mais candidatos — não a do slide mais bonito.
Perguntas estilo RFP para cada fornecedor
- Mostre uma candidatura mobile do início ao fim — quanto tempo leva?
- Configure dois workflows distintos (engenharia + vendas) com aprovações — ao vivo.
- Pontue 10 CVs anônimos para uma vaga real e produza um resumo de uma página.
- Demonstrar triagem automatizada (telefone ou vídeo assíncrono) e resumos de IA.
- Monte o relatório mensal (time‑to‑hire, conversão, ROI das fontes) e exporte‑o.
- Percorra o GDPR: consentimento, retenção, solicitações de titulares e logs de auditoria.
- Conecte calendário/SSO em um sandbox; mostre o export para HRIS.
- Apresente um plano 30‑60‑90 com marcos de migração.
Onde a VanillaHR se encaixa
- Redação assistida, parsing e matching & scoring para short‑lists rápidas;
- Triagem telefônica automatizada (agente de IA) e entrevistas em vídeo assíncronas com resumos legíveis;
- Career site entregue para você, SEO‑friendly, com candidatura mobile fluida;
- Workflows & relatórios personalizados, além de suporte à migração para adoção rápida.
Conclusão
Escolher um ATS não é marcar caixas. É reduzir o time‑to‑hire, melhorar a conversão do candidato e aliviar o trabalho manual em todo o funil. Evite os cinco erros, rode um piloto com scorecard e você saberá rapidamente qual plataforma realmente acelera as contratações.
Qual é o erro nº 1 ao escolher um ATS?
Comprar para necessidades atuais em vez dos próximos 12–24 meses. Teste workflows e preços em escala.
Como avaliar as promessas de “IA”?
Peça para pontuar CVs reais e produzir resumos auditáveis para gestores. Cronometre para demonstrar a economia.
Que métricas acompanhar após o lançamento?
Time‑to‑hire, conversão por etapa, aceitação de propostas, qualidade das fontes — além de satisfação do candidato e adoção pelos gestores.
Pronto para evitar os erros do ATS e acelerar as contratações?
Veja como a VanillaHR automatiza a triagem e aumenta a conversão dos candidatos.
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